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Nova LUZ: Ponto de Bonde e Coreto são restaurados

     A recuperação da região da Nova Luz ganha novo impulso com a entrega de mais uma obra: o Ponto de Bonde e o Coreto nº 2 do Jardim da Luz acabam de ser restaurados e serão entregues no próximo dia 26. Financiado com recursos do Programa Monumenta, o projeto de recuperação foi desenvolvido pelo Departamento do Patrimônio Histórico da Secretaria de Cultura em parceria com a Emurb (Empresa Municipal de Urbanização).

Além da pintura no forro e em sua estrutura metálica, o Coreto teve todo o piso reconstituído a partir do original. Projetado pelo arquiteto Maximilian Hehl, autor de obras como a Catedral da Sé, o Coreto nº 2 data de 1901 e era ponto de encontro da sociedade da época devido aos seus eventos musicais.

O Ponto de Bonde teve o revestimento de madeira e o sistema elétrico revistos, telhas trocadas e estrutura pintada. Construído em 1872, era parada da primeira linha de bonde movida à tração animal da cidade. Conhecido como Bonde de Burro, por usar a força desses animais, o veículo aberto percorria o trajeto Estação da Luz – Praça da Sé.
   

Foto(s): Guilherme L.C.

 

 

Agência Central dos Correios caminha p/ recuperação total

     o prédio da primeira Agência Central dos Correios na capital paulista, instalado no Vale do Anhangabaú, pode ter parte das obras de restauro concluídas até o segundo semestre deste ano de 2006. Construído em estilo neoclássico entre os anos de 1918 e 1922, com projeto do Escritório Ramos de Azevedo e em obras de recuperação desde 2002, deve abrir suas portas para o público abrigando em seu térreo a maior Agência dos Correios no país, com cerca de 50 guichês de atendimento.

O projeto para o edifício elaborado pelo escritório Una Arquitetos, vencedor, em outubro de 1996, do Concurso Nacional para a Reciclagem da Agência Central dos Correios em São Paulo, disputado por outros 172 projetos, prevê além da agência e da instalação no mezanino de um Centro Cultural, com espaço para filatelia e restaurante, a construção de um teatro com 400 lugares, duas salas de cinema, uma sala de convenções e estacionamento. As obras da primeira fase têm coordenação do engenheiro Alberto Carlos Cabral e foram orçadas em R$ 12 milhões.

“Agora, com a nova aprovação do projeto pelo Departamento de Patrimônio Histórico (DPH) da cidade de São Paulo, acredito que vamos conseguir entregar o prédio à sociedade, contribuindo também para o processo de requalificação desse importante pólo de convergências que é o Centro da capital paulista”, diz o assessor de imprensa dos correios, Fausto Weiler.
   

 

 

 

Av Bandeirantes será transformada em via expressa

     A Nova Bandeirantes será uma via expressa, sem cruzamentos e semáforos e com duas faixas centrais exclusivas para caminhões. Uma das maiores parcerias entre os governos estadual e municipal, a Nova Bandeirantes será uma via expressa, sem cruzamentos e semáforos, e com duas faixas centrais exclusivas para caminhões.

Com investimentos estimados em R$ 200 milhões, o projeto será executado em três fases, contemplando um projeto paisagístico e ambiental que prevê a ampliação de quatro para cinco pistas em cada sentido (duas delas exclusivas para caminhões), a eliminação de todos os dez cruzamentos, a construção de quatro viadutos e novas alças de acesso, além de cinco passarelas de pedestres.

O projeto também trará inovações para o controle do tráfego, que será monitorado eletronicamente.

Na primeira etapa estão orçados R$ 30 milhões para a ampliação das faixas de circulação, a implantação da via exclusiva para caminhões, a eliminação de cruzamentos e grande parte da compensação das áreas verdes e do projeto paisagístico.

Dentre os atuais problemas da avenida dos Bandeirantes estão a baixa velocidade dos veículos, a desorganização do tráfego, a dificuldade de acesso aos bairros cortados pelo eixo e o excesso de ruídos e emissões de poluentes. No horário de pico, o tráfego ao longo de seus 8,5 quilômetros chega a 4,5 mil veículos por hora.
   

 

 

 

 Igreja Santa Ifigênia tem R$  8 milhões para reforma


     E
stão previstos investimentos de R$ 8 milhões para a reforma da fachada, da cobertura e da área interna do templo, que foi construído entre 1910 e 1914. A Igreja da Santa Ifigênia, na região central da Capital, passará por uma grande reforma. Serão investidos R$ 8 milhões no restauro de sua fachada, cobertura e área interna. As obras devem começar no início do segundo semestre e precisam ser concluídas em dois anos, segundo cronograma aprovado pelo Ministério da Cultura.


 
   

Foto(s): Guilherme L.C.

 

 


 

 


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