Guilherme Lara Campos | Postado em Cidade | COMENTE »
Criada para ser referência em todo o Estado, a nova biblioteca, localizada onde funcionou por muitos anos a Casa de Detenção do Carandiru, e onde hoje está o Parque da Juventude, oferecerá espaço e atendimento diferenciados com o objetivo de atrair muita gente para o hábito da leitura. O novo empreendimento cultural aposta em tecnologia, recursos multimídia, ambientes exclusivos divididos por faixas etárias e áreas de interesse, lançamentos editoriais, horário flexível, funcionários capacitados e acessibilidade. Tudo para atrair principalmente o público não-leitor.
E para atrair esse público, a secretaria estadual de Cultura, responsável pela construção do novo espaço, aposta em best-sellers, recursos multimídia como sete Kindle (leitores de livro digital que prometem ser a grande revolução no mercado mundial), filosofia de “megastore”, em que o gosto do público determina quais obras devem ser oferecidas aos visitantes, além de 50 funcionários capacitados que terão como missão agir como vendedores, mais especificamente como “vendedores” de dicas para leitura, de acordo com o perfil de cada visitante.
A Biblioteca São Paulo servirá de centro para todas as 961 bibliotecas do Estado de São Paulo. Lá serão realizados cursos de capacitação para bibliotecários da capital e interior e no futuro promete integrar todas as bibliotecas para que qualquer cidadão paulista possa acessar todas as obras da rede.
O espaço de 4.257 m² custou R$ 12,5 milhões para ser construído (R$ 10 milhões do governo de SP e R$ 2,5 mi do Ministério da Cultura) e terá uma verba anual de R$ 1 milhão para aquisição de novos títulos.
O horário de funcionamento da “biblioteca das bibliotecas” será de terça a sexta, das 9h às 21h; sábado, domingo e feriados, das 9h às 19h. Biblioteca de São Paulo – Parque da Juventude (Avenida Cruzeiro do Sul, 2.500), ao lado da estação Carandiru do Metrô, na linha 1 – Azul.
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O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), anunciou nesta quinta-feira (4) a criação de um programa que visa recuperar prédios antigos e abandonados no centro da cidade e transformá-los em unidades habitáveis. Com isso, a prefeitura espera trazer de volta para o centro parte das mais de 150 mil pessoas que já deixaram a região desde 1991.
O Renova Centro – Programa de Habitação e Requalificação Urbana, que ficará sob comando da Cohab, empresa municipal de habitação, já desapropriou 53 imóveis entre hotéis, prédios comerciais e residenciais, que juntos tinham uma dívida de cerca de R$ 8 milhões em IPTU. No total, deverão ser criados 2.500 moradias até 2013, data prevista para conclusão deste projeto. O custo total é estimado em R$ 400 milhões.
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A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), anuncia que a velocidade máxima das avenidas 23 de Maio e Rubem Berta será reduzida de 80 km/h para 70 km/h. Segundo a empresa, a medida é contra o alto índice de acidentes nessas vias. A medida passa a valer já neste sábado, dia 6. A substituição das placas que indicam o limite de velocidade já está em andamento, diz a CET. Faixas também serão fixadas em vários pontos da via para alertar os motoristas sobre a mudança.
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Apesar do aumento na taxa de homicídio registrada em algumas áreas do interior do Estado após uma série de quedas por vários anos seguidos, a capital e a Grande São Paulo, por outro lado, continuam na trajetória de quedas. Na cidade de São Paulo houve uma queda de 2,7% na taxa de homicídios dolosos no ano de 2009 em relação ao ano de 2008. Na Grande São Paulo a queda foi mais forte, de 17,9%. Na cidade de São Paulo foram registrados 1.235 assassinatos em 2009.
No Estado, o aumento nos homicídios ficou em 3,2%, o que mostra que o problema maior da segurança pública no Estado de São Paulo, em 2009, se concentrou no interior, sobretudo em áreas do Vale do Paraíba e litoral norte e sul, áreas ligadas ao Deinter 1 e Deinter 6, segundo os dados do levantamento da Secretaria de Segurança Pública.
O roubo de carros, em todo o Estado, caiu 2,67% na comparação do quarto trimestre de 2008 com mesmo período de 2009, passando de 16.467 para 16.028, e os latrocínios (roubos seguidos de morte) sofreram uma queda de 71 para 42 casos, 26,7% menos.
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Proposta de emenda constitucional (PEC) que muda o nome da da Polícia Militar para Força Pública já está na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo para ser analisada e votada pelos parlamentares. Para ser aprovada, precisa do voto favorável de dois terços dos deputados em dois turnos de votação.
A idéia com o projeto é aproximar a polícia do cidadão trazendo de volta o nome já usado durante 67 anos de existência da corporação. O termo “Polícia Militar” foi uma imposição do Exército durante a ditadura militar e tinha como propósito combater revoluções, o que deixou de fazer há muito tempo.
A mudança conta com o apoio do Secretário de Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto, o comando da Polícia Militar do Estado de São Paulo e do governador José Serra. Para eles, a mudança não será uma simples troca de nome, mas sim um importante passo para o afastamento de uma época em que a polícia tinha como missão principal a defesa do Estado e não propriamente da comunidade.
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O prefeito da cidade de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), decretou na noite desta terça-feira (2) estado de calamidade pública em região alagada na zona leste da capital, inclusive o bairro do Jardim Romano. O decreto está publicado na edição de hoje do Diário Oficial do município.
Os bairros colocados em estado de calamidade são: Jardim Romano, Chácara Três Meninas, Vila das Flores, Jardim São Martino, Jardim Novo Horizonte, Vila da Paz, Jardim Santa Margarida, Vila Seabra, Jardim Noêmia, Vila Aimoré, Vila Itaim e Jardim Pantanal.
Com o estado de calamidade, poder público poderá contratar serviços e comprar itens em caráter emergencial pelo prazo de 90 dias. O prefeito espera também conseguir para moradores de um conjunto habitacional da região a isenção de parcelas de seus imóveis junto à Caixa Econômica Federal.