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Dicas de passeios

 
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  • Ter um dia cansativo, mas educativo, caminhando pelo Zoológico de São Paulo, na zona sul da cidade. É possível pegar um ônibus gratuito na estação Jabaquara do Metrô.
  • Visitar a residência modernista do arquiteto Jayme Fonseca Rodrigues na Rua Ceará. A casa foi restaurada no final dos anos 90.
  • Curtir um dos cenários mais realistas da vida em São Paulo: o emaranhado de prédios que se vê a partir do bairro da Bela Vista.
  • Posar para uma foto em frente ao Monumento às Bandeiras – também conhecido como ‘Deixa que eu empurro’ -, de Victor Brecheret, em frente ao parque do Ibirapuera.
  • Visitar o prédio histórico já utilizado como agência central dos Correios, no vale do Anhangabaú.
  • Conferir a imensidão do Vale do Anhangabaú de cima do Viaduto do Chá.
  • Tirar muitas fotos em frente ao Theatro Municipal de São Paulo, na Praça Ramos de Azevedo, no centro.
  • Encantar-se com a fachada do Teatro Cultura Artística, que ostenta um imenso painel de Cândido Portinari. Fica na rua Nestor Pestana, 196, centro.
  • Rir um pouco com a estátua totalmente desproporcional de Duque de Caxias (incrivelmente assinada por Victor Brecheret) plantada na avenida Rio Branco.
  • Admirar a extravagância do Instituto Tomie Ohtake, na Avenida Faria Lima, 201, em Pinheiros. Aproveitar e conferir alguma exposição no local.
  • Fazer seus pedidos ao santo das soluções imediatas na Igreja de Santo Expedito, na rua Jorge Miranda, 264, perto da estação Tiradentes do metrô.
  • Ir até o prédio do TRT, na Barra Funda, e verificar até onde a corrupção tem relação direta com a arquitetura.
  • Ir até a Vila Economisadora (com ’s’ mesmo), na rua São Caetano, para conferir como viviam os operários no início do século XX.
  • Observar a trilha de palacetes da década de 30 no bairro do Ipiranga, na rua Bom Pastor.
  • Conhecer o Memorial da América Latina, projetado por Oscar Niemeyer. A construção foi erguida em 1989. Fica em frente à estação Barra Funda do Metrô.
  • Visitar o tradicional Colégio Nossa Senhora de Sion, na avenida Higienópolis, 983.
  • Se estiver passando pela rua General Olímpio da Silveira, nas imediações do minhocão, dar um pulo no Castelinho da rua Apá, umas das ‘pérolas’ arquitetônicas da cidade.
  • Em um passeio pelo bairro de Perdizes, fazer paradas estratégicas no portão do Colégio Batista, na rua Dr. Homem de Mello, em Perdizes, e na capela do colégio São Domingos.
  • Descer na estação Santa Cruz do metrô só para observar os traços de dois dos colégios que fizeram sucesso nos anos dourados: o Arquidiocesano e o Madre Cabrini.
  • Atravessar o viaduto Santa Ifigênia observando a grandiosidade do centro de São Paulo.
  • Visitar o Solar da Marquesa, ao lado do Pátio do Colégio, para ver um pouco da arquitetura colonial, típica de cidades históricas.
  • Circular pelo jardim interno da Universidade São Marcos, que lembra um claustro, na avenida Nazareth, Ipiranga
  • Percorrer os corredores e assistir um filme nas moderníssimas salas em um dos mais novos shoppings da cidade, o Shopping Cidade Jardim, na Marginal Pinheiros, que também é o mais caro e bem freqüentado da cidade atualmente. A vista que se tem da Marginal Pinheiros lá de cima é única, principalmente durante a noite.
  • Entrar no pátio entre os prédios antigos da PUC (Pontifícia Universidade Católica), na rua Monte Alegre, em Perdizes, para se entregar ao ócio enquanto observa cada um dos detalhes de sua arquitetura.
  • Descer a famosa escadaria da rua Cristiano Vianna, no bairro de Pinheiros, que desemboca na rua Cardeal Arcoverde.
  • Surpreender-se com o tamanho e a arquitetura impressionante do Tribunal de Justiça, ao lado da Catedral da Sé.
  • Ir até a sinagoga Beth-el, na rua Martinho Prado, 175.
  • Visitar o Prédio da Bienal, no Ibirapuera, de preferência em um dia de São Paulo Fashion Week. Bastante badalação.
  • Visitar o Edifício Parque das Hortênsias, na av. Angélica, ícone dos anos 50.
  • Conhecer o Palácio dos Campos Elísios, que foi sede do governo do Estado e está sendo restaurado. Fica na avenida Rio Branco, 1269.
  • Visitar o antigo Palácio das Indústrias, ex-sede da Prefeitura, que atualmente abriga o Museu Catavento, logo ao lado do Parque Dom Pedro II.
  • Tirar uma foto do Edifício Esther, na Praça da República (tombado pelo Condephaat) e do Edifício Viadutos (com arquitetura típica dos anos 50), no final da av. São Luís.
  • Tomar um café no saguão do Aeroporto de Congonhas e, enquanto espera o seu voo, apreciar os detalhes da arquitetura dos anos 50 da construção. Vai dar tempo de observar todos os detalhes, não se preocupe.
  • Conhecer a faculdade de Direito do Largo São Francisco.
  • Observar o projeto bizarro da Casa Bola, na rua Amauri.
  • Escalar o Pico do Jaraguá para espiar o visual lá de cima.
  • Conferir a exuberância da cúpula da Igreja Ortodoxa, ao lado do Metrô Paraíso.
  • Ter o prazer de conhecer uma autêntica vila napolitana na rua Vitorino Carmilo, no coração da Barra Funda.
  • Não perder de vista o Edifício Santa Elisa em um passeio pelo Largo do Arouche.
  • Fazer o circuito dos prédios estilosos do bairro de Higienópolis, entre as ruas Piauí e Aracaju – os Edifícios Piauí, Bretagne e Cinderela.
  • Conhecer o Pátio do Colégio, no centro da cidade, onde tudo começou e tomar um café na lanchonete anexa.
  • Visitar o magnífico palacete da Vila Itororó, hoje transformado em cortiço. O acesso é feito pela rua Martiniano de Carvalho, na Bela Vista.
  • Dar uma espiada na casa de Armando Álvares Penteado, na rua Maranhão, 86, uma das construções mais refinadas da cidade a seguir o estilo art noveau.
  • Percorrer, a pé, a trilha das mansões das arborizadas ruas do Jardim América, um dos bairros residenciais mais charmosos da zona Sul de São Paulo.
  • Conhecer o mórbido prédio do Dops, vizinho à Estação Julio Prestes, agora transformado em Centro Cultural. Fica no Largo General Osório, 66.
  • Surpreender-se com o vão livre do MASP (Museu de Arte de São Paulo – Assis Chateaubriand), na avenida Paulista, 1578.
  • Visitar o terraço do edifício Martinelli, na rua Líbero Badaró, 504/518. O prédio foi o primeiro arranha-céu da cidade de São Paulo.
  • Conferir a arquitetura art noveau do Colégio Santa Inês, na Rua Três Rios, 362, no Bom Retiro.
  • Passeio obrigatório para paulistanos e visitantes. Vá ao topo o Edifício Altino Arantes (Banespa), na rua João Brícola, 24, e se impressione com o gigantismo da metrópole.
  • Percorrer a Avenida Ipiranga para ter a vista mais incrível do histórico Edifício Copan, assinado por Oscar Niemeyer.
  • Incorporar um caça-vampiros antes de visitar os túmulos grã-finos do Cemitério da Consolação.
  • Analisar a arquitetura kitsch do Motel Faraós, na entrada da Via Anchieta, enquanto curte uma noite, no mínimo, bizarra.
  • Se arrepiar ao avistar o prédio art deco da Secretaria de Esportes e Turismo, na Praça Antônio Prado, nº 9, próximo à rua São Bento, no centro.
  • Deslumbrar-se com a arquitetura gótica do prédio que abriga a Santa Casa desde 1886. Fica na rua Cesário Motta Júnior, 112, na Vila Buarque.
  • Uma dica imperdível quando o assunto é bar para ir a dois, é o Bar Piratininga, na rua Wisard, 149, na Vila Madalena. O bar é todo “São Paulo antiga”. Até um Fordinho ano 1929 decora a entrada do local.
  • Levar a(o) namorada(o) no Barbolla, um dos bares mais românticos de São Paulo. Rua Três Irmãos, 446, no Morumbi.
  • Tomar bebidas especiais a base de café oferecidas no Suplicy Café da Alameda Lorena, 1430, nos Jardins.
  • Subir até a sobreloja do número 176 da Rua Sete de Abril, no centro. Lá estão diversas lojas especializadas em vinis. Ótima pedida para encontrar aquela raridade.
  • Abastecer-se de produtos importados na Casa Santa Luzia, o supermercado mais chique da cidade. Fica na Alameda Lorena, 1471, Jardins.
  • Comprar bijuterias, camisetas, artesanatos e objetos de decoração na feira hippie da Praça da República, que acontece todos os domingos.
  • Passar a tarde ouvindo CDs e folheando livros na gigantesca Fnac de Pinheiros. Fica na Avenida Pedroso de Moraes, 858.
  •  Ir até a rua das Noivas, ou rua São Caetano, e encontrar tudo sobre o tema.
  • Fazer o circuito das lojas de decoração da al. Gabriel Monteiro da Silva. Prepare o bolso.
  • Pechinchar correntinhas, anéis e pulseiras na rua do Ouro, também conhecida como rua Barão de Paranapiacaba, no centro da cidade.
  • Encarar, com um sorriso nos lábios, as promoções imperdíveis do Shopping D, na av. Cruzeiro do Sul, 1100.
  • Conferir o universo eletrônico da rua Santa Ifigênia e aproveitar o passeio para encontrar tudo, tudo mesmo, no quesito eletrônicos.
  • Conferir as novidades em Sex Shops na rua Amaral Gurgel, centro.
  • Divertir-se com os contrastes da Loja de Velas Santa Rita, na Praça da Liberdade, 248, que, de um lado, oferece santinhos católicos e, do outro, os ícones máximos do candomblé.
  • Conferir o acervo do Sebo Messias, o mais tradicional da cidade, com seus corredores estreitos e toda a sorte de relíquias. Fica no centro da cidade, na praça João Mendes, 166.
  • Vasculhar o acervo de CDs da Pops Music, na rua Teodoro Sampaio, 763, loja 17.
  • Comprar revistas na banca da avenida São Luiz com a Ipiranga.
  • Conferir o sortimento high-tech e as baciadas da Galeria Pajé, na rua 25 de Março.
  • Se entregar a um dia de consumo selvagem no circuito José Paulino, 25 de Março e ladeira Porto Geral.
  • Comprar flores em uma das bancas do Largo do Arouche.
  • Caminhar pela Avenida Paulista num sábado ou domingo de manhã sem rumo certo.
  • Comprar coisas absurdas na Galeria Ouro Fino, na rua Augusta, 2690 e, se for o caso, aproveitar para investir em uma tatuagem ou em um piercing.
  • Visitar todas as lojas da Galeria do Rock, na rua 24 de Maio, 62, e aproveitar a viagem para conhecer a galeria vizinha e comprar todos os CDs importados que o seu bolso deixar.
  • Visitar a praça do Patriarca e aproveitar para conferir no próprio chão da praça a recém criada pintura 3D de um carro antigo.
  • Ir até o Mirante da Lapa e conferir um visual cinematográfico deitado no gramado.
  • Encontrar toda a sorte de folhas milagrosas, utilizadas nos mais variados tipos de chás medicinais, no Largo da Batata, em Pinheiros.
  • Aproveitar o clima de praia da represa de Guarapiranga, na zona Sul.
  • Curtir o visual do alto do Terraço Itália (av. Ipiranga, 344, 41º e 42º andar) durante um jantar incrementado com baixelas de prata.
  • Conhecer, durante o dia, os casarões de Campos Elíseos, na região central – e perceber que, mesmo abandonados e transformados em cortiços, ainda conseguem conservar parte de sua beleza.
  • Fazer um tour histórico pela Ladeira da Memória, que fica na saída da rua Xavier de Toledo da estação Anhangabaú do metrô, e que abriga o primeiro monumento público de São Paulo: um obelisco em forma de pirâmide erguido em 1814.
  • E já que o assunto é metrô, a estação Sumaré também vale uma visita, pela vista e também pelos painéis de Alex Fleming.
  • Em qualquer passeio de metrô, fazer uma parada estratégica na estação República do metrô para observar os painéis de Antônio Peticov.
  • Dar uma voltinha pelo Parque Burle Marx, na av. Dona Helena Pereira de Morais, 200, no Morumbi.
  • Mergulhar no mar de flores do Ceagesp, na rua Gastão Vidigal, 1946, de preferência na sexta-feira de manhã, quando os preços são bem mais em conta do que no sábado e o movimento, um pouco menor.
  • Andar de bicicleta por bairros mais tranqüilos e arborizados, como o Alto da Lapa ou o Jardim Europa.
  • Conhecer a trilha das boates baixo nível e o caos arquitetônico da Amaral Gurgel, bem embaixo do Minhocão.
  • Ir aos jardins do Museu do Ipiranga, na av. Nazaré, s/n, e fazer de conta que está no Jardim de Luxemburgo, em Paris.
  • Observar o pessoal que faz bungee jump/rapel no viaduto da Avenida Doutor Arnaldo sobre a Avenida Sumaré.
  • Percorrer a via-sacra paulistana, na avenida Nazareth, Ipiranga, abarrotada de que igrejas e colégios católicos.
  • Em um domingo pela manhã, pegar um trem na estação da Luz e ir para a vila de Paranapiacaba e tirar belíssimas fotos.
  • Aproveitar a tranqüilidade do Parque Siqueira Campos, mais conhecido como Trianon, um pedacinho de Mata Atlântica em plena Avenida Paulista.
  • Presenciar um jogo do Juventus no estádio da rua Javari.
  • Passar a noite de sábado na Vila Olímpia, cujos bares e baladas reúnem a maior concentração de mauricinhos e patricinhas da capital paulista.
  • Curtir o verde do pequeno mas simpático Parque da Aclimação, na rua Muniz de Souza, 1119, na Aclimação
  • Enfrentar filas homéricas para brincar nas atrações do Playcenter, na rua Dr. Rubens Meirelles, 380 (ao lado da Marginal Tietê.).
  • Passear de bicicleta em pleno Minhocão. Nos finais de semana, o trânsito de veículos é proibido no local.
  • Entrar no embalo das noites regadas a litros de chopp no Bar Pirajá, na Faria Lima, 64, em Pinheiros.
  • Marcar um programinha entre amigos na tradicional Pizzaria São Pedro, na rua Javari, 333, na Mooca.
  • Observar a fúria consumista chique do Shopping Iguatemi, na Av. Brigadeiro Faria Lima, 2232 e, no final, dar uma passadinha na Starbucks da rua Amauri, 286.
  • Passar o sábado na feirinha da Praça Benedito Calixto, em Pinheiros, e depois tomar uma cerveja em um dos bares que ficam nas proximidades.
  • Passear de carro pelos armazéns antigos da Avenida Presidente Wilson, entre os bairros do Ipiranga e da Moóca.
  • Encarar o clássico da malhação sem frescura: a ACM Norte, na rua José Amato, 39, Limão.
  • Ver ‘relíquias’, como a mala do Crime da Mala, encontradas no Museu do Crime, na Praça Reinaldo Porchat, 219, Cidade Universitária.
  • Caminhar pela Avenida Odila, no Planalto Paulista, famosa por suas árvores frutíferas como jaboticabeiras e cerejeiras.
  • Durante a noite, mergulhar numa das mais agitadas baladas gays de São Paulo – A Vermont, na rua Pedroso Alvarenga, 1192
  • Assistir a um clássico no Estádio do Pacaembu, na Praça Charles Muller.
  • Participar do terror instrutivo do Instituto Butantã, na av. Vital Brasil, 1500.
  • Subir até o alto da Serra da Cantareira para conhecer as trilhas do Horto Florestal. Rua do Horto, 931.
  • Dar um pulinho até a Zona Sul para conhecer o Autódromo de Interlagos e suas corridas. Fica na Avenida Senador Teotônio Vilela, 167.
  • Embarcar num programa em família no Simba Safári, que agora está menos emocionante, com os animais presos, mas ainda vale uma visita. Av. do Cursino, 6338.
  • Visitar as lojas da livraria Cultura e o Cine Bombril em meio ao clima cinquentinha do Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, 2073.
  • Meditar no templo zen da rua São Joaquim, 273, na Liberdade.
  • Visitar o Museu da Imigração e tentar descobrir as suas origens. Fica na rua Visconde de Parnaíba, 1316, na Moóca.
  • Mergulhar no universo paralelo criado pelas habitués da Daslu, a butique mais exclusiva da cidade, fincada na Avenida Chedid Jafet, 131, na Vila Olímpia.
  • Testemunhar um casamento nas charmosas capelas São José, na rua Dinamarca, no Jardim Europa, e São Pedro e São Paulo, na rua Pe. José Glieco, 111, no Morumbi
  • Checar os últimos lançamentos e tomar um cafezinho na Livraria da Vila, na rua Fradique Coutinho, 915, na Vila Madalena.
  • Encostar o carro na Praça do Pôr do Sol, no Alto de Pinheiros, no finalzinho de uma tarde de verão. A vista é fantástica!
  • Ir às festas gênero ‘mamma mia’ das igrejas Achiropita, na rua 13 de Maio, 478, na Bela Vista (realizada aos finais de semana do mês de agosto), São Vito, na rua Poliana Amare 51, no Brás (no dia 15 de junho), e São Genaro (no dia 19 de setembro), na Moóca.
  • Curtir o clima ‘Beverly Hills é aqui’ da rua Oscar Freire, na porção mais efevercente dos Jardins.
  • Matar o tempo no bar do Cinesesc, na rua Augusta 2075, antes do filme começar.
  • Conferir como a Catedral da Sé é imponente em uma das visitas monitoradas oferecidas no local
  • Tomar chá da tarde na Fundação Maria Luiza e Oscar Americano, na av. Morumbi, 4077, uma das boas coisas do Morumbi.
  • Ir ao Parque do Ibirapuera, na av. República do Líbano, durante a semana num dia de sol.
  • Ver o “show” dos padres do canto gregoriano no Mosteiro de São Bento, no Largo de São Bento, que acontece aos domingos, às 10h da manhã.
  • Visitar o Parque da Luz, na av. Tiradentes.
  • Conferir a vista privilegiada do Bar do Jockey, na av. Linneu de Paula Machado, 1263, cercado de figurinhas da high society paulistana.
  • Passear pela Praça Vilaboim, em Higienópolis, no sábado à tarde, com direito a uma parada estratégica na banca de jornal.
  • Dar uma volta na linha de ônibus Machado de Assis – Cardoso de Almeida (408P), que passa por alguns dos pontos mais interessantes da capital. O ponto de partida é na praça da rua Machado de Assis, no bairro da Aclimação.
  • Sentir-se num pedacinho do Japão no bairro da Liberdade. O ideal é fazer a visita aos domingos, quando acontece uma animada feirinha ao lado do Metrô Liberdade.
  • Conferir a biblioteca do Centro Cultural São Paulo, na rua Vergueiro, 1000, ao lado da estação Vergueiro do Metrô.
  • Conhecer o Teatro Oficina, na rua Jaceguai, 520, epicentro de manifestos vários nos anos 60.
  • Levar as crianças na Sala Disney do Cinemark do Shopping Santa Cruz. Lá são exibidos somente filmes infantis. Rua Domingos de Morais, 2564, na Vila Mariana.
  • Visitar o belo (e pouco conhecido) Teatro São Pedro, construído em 1917. Fica na Rua Barra Funda, 171.
  • Procurar preciosidades na biblioteca Mário de Andrade, na Praça Dom José Gaspar.
  • Manter-se antenado na programação eclética do Sesc Pompéia.
  • Conhecer a Pinacoteca do Estado, bem em frente ao prédio da recém restaurada estação da Luz.
  • Visitar o Museu de Arte Sacra, na avenida Tiradentes, 676, na Luz
  • Dar uma passadinha no Museu Lasar Segall, que funciona no imóvel que serviu de residência ao artista até sua morte, em 1932, fincado na Rua Berta – que abriga as primeiras construções modernistas do Brasil.
  • Conferir as obras de arte do MAM (Museu de Arte Moderna), que fica dentro do parque do Ibirapuera e do MAC (Museu de Arte Contemporânea), que fica dentro da USP.
  • Pegar um cineminha no Espaço Unibanco, reduto dos cinéfilos paulistanos. Fica na Rua Augusta, 1475, Centro.
  • Conferir a programação do Centro Cultural Banco do Brasil, na rua Álvares Penteado, 112, centro da cidade.
  • Ir a um ensaio da escola de samba Vai Vai. A quadra fica na Rua São Vicente, 276 – Bela Vista, no Bixiga.
  • Pode até parecer um programa batido, mas uma visita ao Masp é realmente um programa obrigatório. Avenida Paulista, 1578.
  • Peregrinar até o Teatro Alfa, ao lado da Ponte Transamérica da marginal Pinheiros, para curtir qualquer um dos espetáculos sensacionais que acontecem no local.
  • Assistir a qualquer filme na Sala Cinemateca, que fica no antigo matadouro da Vila Mariana, na rua Senador Raul Cardoso, 207.
  • Assistir a uma peça, um balé ou um concerto no Theatro Municipal.
  • Assistir a um concerto na Sala São Paulo, na antiga estação Júlio Prestes, que tem uma das melhores acústicas do mundo.
  • Num sábado ou domingo ensolarado, dar um pulinho no bar Açaí, e claro, pedir um suco de Açaí com banana e um dos sanduíches da casa. Delícia. Rua Chilon, 141 x Av. Brig. Faria Lima.
  • Nada mais paulistano que uma pizza, certo? O Pedaço da Pizza, como o próprio nome já indica, serve a iguaria em pedaços. O melhor: fica aberto até altas horas da madrugada. Tem na Rua Augusta, 1463 e 2931 e outro na Joaquim Floriano, 313, Itaim Bibi.
  • Correr para a Vila Madalena num sabadão ensolarado para comer e beber.
  • Tentar resistir aos caprichados docinhos da Cristallo. Rua Oscar Freire, 914.
  • Passear pelo Parque da Água Branca aos sábados de manhã.
  • Gastar todas as suas economias num jantar no Massimo. É caro, muito caro, mas vale a pena. O restaurante fica na Alameda Santos, 1826.
  • Provar o porpettone do Jardim di Napoli, na Rua Dr. Martinico Prado, 463, em Higienópolis.
  • Tentar descobrir quem tem a melhor esfiha, o Jáber ou o Catedral. Os dois ficam quase lado a lado, na rua Domingos de Morais, no Paraíso – o Jáber no número 86 e o Catedral no 54.
  • Comer o quanto puder no rodízio da churrascaria Fogo de Chão, na avenida Moreira Guimarães, 964, em Moema.
  • Tomar café expresso com pão de queijo no Café Girondino, nas imediações do Mosteiro de São Bento. Fica na Rua Boa Vista, 365
  • Comer um Cheeseburger Bacon Salad no Joakin´s, e exigir uma porção à parte da tradicionalíssima maionese que a casa oferece desde 1965, na rua Joaquim Floriano, 163.
  • Degustar, sem peso na consciência, a dobradinha pastel de feira com caldo de cana em qualquer feira livre da cidade – de preferência na do Pacaembu, que acontece de segunda a sábado em frente ao estádio.
  • Conferir toda a tradição do Capuano, restaurante italiano fundado em 1912. Fica na rua Conselheiro Carrão, 416, no Bixiga.
  • Provar o sensacional filé coberto com muito alho do Filé do Moraes da praça Júlio de Mesquita, no centro da cidade.
  • Comer muitas empanadas e curtir a muvuca organizada do Bar das Empanadas, na rua Wisard, 489, na Vila Madalena, após beber em alguns dos bons bares da região.
  • Provar qualquer prato absurdamente generoso do Gigetto, na rua Avanhandava, 63, e correr o risco de cruzar com figurinhas carimbadas do circuito teatral da cidade.
  • Deliciar-se com os bolos e pães preparados pelos monges do Mosteiro de São Bento. O Bolo Santa Escolástica é a melhor pedida.
  • Tomar milk shake com leite maltado no Rocket’s, na alameda Lorena, 2090, enquanto ouve os hits dos anos 50 nas mini-jukebox dispostas sobre as mesas.
  • Deixar o regime de lado e atacar os generosos sundaes e bananas splits da Sorveteria Alaska, na rua Dr. Rafael de Barros, 70, no Paraíso.
  • Resistir, se puder, ao tradicional Bauru do Ponto Chic do Largo Paissandu após passear pela Galeria do Rock (quase em frente).
  • Deleitar-se com os quindins, cocadas e beijinhos da Doceira Modelo, na rua Padre Raposo, 77, na Moóca.
  • Provar o penne com melão e presunto cru do Spot, na rua Ministro Rocha Azevedo, 72, em meio ao clima “hollywoodiano” do local.
  • Dar um pulinho no Rancho da Empada, na Rua Sena Madureira, 357, na Vila Mariana. As de camarão e palmito são muito boas.
  • Ir ao brunch do Empório Santa Maria, na avenida Cidade Jardim, 790, aos sábados e domingos, e sentir-se no Dean&Deluca de Nova York.
  • Comer qualquer item do cardápio 100% árabe do Almanara da rua Basílio da Gama, 70, no Centro – só a decoração anos 50 já vale a empreitada.
  • Tomar vários copos de Capuccino gelado no Rei do Mate da rua da Graça, 80, após comprinhas de roupas na José Paulino, no Bom Retiro.
  • Deliciar-se com os irresistíveis sorvetes da Häagen Dasz. A loja mais charmosa da rede fica na rua Oscar Freire, 900, Jardins.
  • Comer uma das especialidades do Bar Sujinho, o frango caipira, a qualquer hora da madrugada. O Sujinho fica na rua da Consolação, 2078.
  • Circular pelas bancas do Mercado Municipal Paulistano, no centro, e consumir, sem medo de ser feliz, toda a sorte de guloseimas que encontrar pela frente.
  • Almoçar nas bancas de comidinhas das feiras de antiguidades das praças Benedito Calixto, em Pinheiros, e Dom Orione, no Bexiga, que acontecem no sábado e no domingo, respectivamente.
  • Devorar uma pizza calabresa no Castelões, na rua Jairo Góes, 126, no Brás.
  • Experimentar os docinhos de festa da doceira Di Cunto, na rua Borges de Figueiredo, 61, na Mooca.
  • Provar o bolinho de bacalhau e o chope do Bar do Leo, que, desde 1940, sai religiosamente abaixo de zero grau e com colarinho, na rua Aurora, 100, no centro da cidade.
 
 

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1 Comentário

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