História: Parque do Ibirapuera
No ano de seu 4º Centenário, a cidade de São Paulo é presenteada com um grande espaço de lazer, o Parque do Ibirapuera. Com uma área de 1,6 milhões de m², o parque abriga museus, monumentos, pistas de ciclismo, cooper e quadras de esportes.
Antigamente, no início da colonização, o espaço ocupado pelo parque era uma aldeia indígena. Ibirapuera, em tupi-guarani Ypy-ra-ouêra, significa árvore apodrecida. Isso porque a área era extremamente alagadiça, com solo de várzea. No início da década de 1920, um funcionário da Prefeitura, Manuel Lopes de Oliveira, iniciou um plantio de árvores ornamentais e exóticas, a fim de acabar com o excesso de umidade do local. O esforço do funcionário hoje é reconhecido com um viveiro que leva seu nome, Manequinho Lopes. O espaço abriga uma diversidade de plantas, além de estufas de orquídeas, e é aberta constantemente à visitação pública.
A idéia inicial, encabeçada por uma comissão formada por representantes da Prefeitura, do Governo do Estado de São Paulo, e da iniciativa privada, era inaugurar o Parque do Ibirapuera na data do aniversário de 400 anos da cidade. Apesar dos esforços, o Ibirapuera foi inaugurado somente no dia 21 de agosto de 1954.
O projeto da obra visava dar à cidade um espaço que unisse modernidade urbana e um plano paisagístico avançado. Oscar Niemeyer foi responsável pelo projeto arquitetônico, e Roberto Burle Marx pela constituição paisagística.
Hoje, o Ibirapuera é considerado pelos paulistanos como um ponto de atrações artísticas e culturais, tais como a Bienal de Artes, a Feira das Nações, a São Paulo Fashion Week, além de outras importantes exposições de arte.









